LINGUA PORTUGUESA, COM CERTEZA!
Criei este blog para interagir com meus alunos. Porém, todos aqueles que o visitarem me deixarão feliz...
quarta-feira, 6 de março de 2013
domingo, 2 de janeiro de 2011
A PRESIDENTE OU A PRESIDENTA?
Com a chegada do novo ano e a posse de Dilma Roussef, alguns comentários surgem a respeito da forma como devemos nos referir à nova governante do nosso país: PRESIDENTE OU PRESIDENTA?
Tanto faz. As duas formas, linguisticamente, são corretas e plenamente aceitáveis.
A forma A PRESIDENTE é correta porque,na língua portuguesa, trata-se de um substantivo comum aos gêneros, admitindo-se porém as formas : o presidente, a presidente, assim como outras palavras: o atleta e a atleta, o gerente e a gerente, etc.
A forma A PRESIDENTA segue a tendência natural de criarmos a forma feminina com o uso da desinência “a”: menino e menina, árbitro e árbitra, brasileiro e brasileira, elefante e elefanta, pintor e pintora, espanhol e espanhola, português e portuguesa.
Há em nossa língua, outras palavras que também aceitam as duas possibilidades: o chefe e a chefe ou o chefe e a chefa; o parente e a parente ou o parente e a parenta.
O problema deixa, portanto, de ser uma dúvida de certo ou errado, e passa a ser uma questão de preferência ou de padronização. No Brasil, é fácil constatar a preferência pela forma comum aos dois gêneros: a parente, a chefe e a presidente. Por isso, muita gente estranhou ao ouvir o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva pronunciar a palavra "presidenta", em cuja fala não estava cometendo erro algum, tampouco ferindo nossa amada língua portuguesa.
Sendo assim, só nos resta esperar para ver a preferência da atual chefe do nosso governo e descobrir se ela deseja ser chamada de PRESIDENTE OU PRESIDENTA.
( Fonte: Dicionário Antônio Houaiss; Dicas de Português- Sérgio Nogueira)
Tanto faz. As duas formas, linguisticamente, são corretas e plenamente aceitáveis.
A forma A PRESIDENTE é correta porque,na língua portuguesa, trata-se de um substantivo comum aos gêneros, admitindo-se porém as formas : o presidente, a presidente, assim como outras palavras: o atleta e a atleta, o gerente e a gerente, etc.
A forma A PRESIDENTA segue a tendência natural de criarmos a forma feminina com o uso da desinência “a”: menino e menina, árbitro e árbitra, brasileiro e brasileira, elefante e elefanta, pintor e pintora, espanhol e espanhola, português e portuguesa.
Há em nossa língua, outras palavras que também aceitam as duas possibilidades: o chefe e a chefe ou o chefe e a chefa; o parente e a parente ou o parente e a parenta.
O problema deixa, portanto, de ser uma dúvida de certo ou errado, e passa a ser uma questão de preferência ou de padronização. No Brasil, é fácil constatar a preferência pela forma comum aos dois gêneros: a parente, a chefe e a presidente. Por isso, muita gente estranhou ao ouvir o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva pronunciar a palavra "presidenta", em cuja fala não estava cometendo erro algum, tampouco ferindo nossa amada língua portuguesa.
Sendo assim, só nos resta esperar para ver a preferência da atual chefe do nosso governo e descobrir se ela deseja ser chamada de PRESIDENTE OU PRESIDENTA.
( Fonte: Dicionário Antônio Houaiss; Dicas de Português- Sérgio Nogueira)
domingo, 15 de agosto de 2010
Você sabia?
Que maisena se escreve com s?
Maisena se escreve com "s" porque deriva de mais, do taino mahini , nome de uma graminea. Como em espanhol se grafa maiz e no inglês também aparece a letra z na palavra, o nome comercial foi registrado com z ( maizena ). Aliás, os povos da lingua inglesa apreciam muito trocar o nosso s com som de z pela própria letra. Haja vista o nome do nosso país que, internacionalmente, é conhecido com z: made in Brazil, Miss Brazil, etc.
( Fonte: Corrija-se de A a Z - de Luiz Antônio Sacconi. Ed: Nova Geração
Maisena se escreve com "s" porque deriva de mais, do taino mahini , nome de uma graminea. Como em espanhol se grafa maiz e no inglês também aparece a letra z na palavra, o nome comercial foi registrado com z ( maizena ). Aliás, os povos da lingua inglesa apreciam muito trocar o nosso s com som de z pela própria letra. Haja vista o nome do nosso país que, internacionalmente, é conhecido com z: made in Brazil, Miss Brazil, etc.
( Fonte: Corrija-se de A a Z - de Luiz Antônio Sacconi. Ed: Nova Geração
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Pronomes demonstrativos
Os pronomes demonstrativos demonstram a posição de um elemento qualquer em relação às pessoas do discurso, situando-os no espaço, no tempo ou no próprio discurso.
Pronomes demonstrativos
Primeira pessoa Este, estes, esta, estas, isto
Segunda pessoa Esse, esses, essa, essas, isso
Terceira pessoa Aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo
As formas de primeira pessoa indicam proximidade de quem se fala ou escreve:
Este senhor ao meu lado é meu avô.
Os demonstrativos de primeira pessoa podem indicar também o tempo presente em relação a quem fala ou escreve.
Nestas últimas horas tenho me sentido cansada como nunca.
As formas de segunda pessoa indicam proximidade da pessoa a quem se fala ou escreve:
Essa foto que tens na mão é antiga?
Os pronomes de terceira pessoa marcam posição próxima da pessoa de quem se fala ou posição distante dos dois interlocutores:
Aquela foto que ele tem na mão é antiga.
Os pronomes demonstrativos, além de marcarem posição no espaço, marcam também posição no tempo:
* Este (e flexões) marca um tempo atual ao ato da fala:
Neste instante eu estou aqui a escrever.
* Esse ( e flexões) marca um tempo anterior, relativamente próximo ao ato da fala:
No mês passado fui promovida no trabalho. Nesse mesmo mês comprei um apartamento.
* Aquele marca um tempo remotamente anterior ao ato da fala:
Meu avô nasceu na década de 1920. Naquela época podia-se caminhar à noite em segurança.
Os pronomes demonstrativos servem também para fazer referência ao que já foi dito e ao que se vai dizer, no interior do discurso:
* Este ( flexões) faz referência àquilo que vai ser dito posteriormente:
Espero sinceramente isto: que seja muito feliz.
* Esse (e flexões)faz referêcia àquilo que já foi dito no discurso:
Que seja muito feliz: é isso
Muita atenção com relação aos pronomes este e aquele quando se faz referência a elementos já mencionados na frase. Este se refere ao mais próximo; aquele ao mais distante:
Romance e suspence são gêneros que me agradam, este. Este me deixa ansiosa, aquele, sensível.
O (a, os, as) são pronomes demonstrativos quando se referem a aquele (s) aquela (as), aquilo:
Recuso o que eles falam (aquilo)
Mesmo e próprio, pronomes demonstrativos, designam um termo igual a outro a outro que já ocorreu no discurso:
As reclamações ao síndico não se alteram: são as mesmas.
São utilizados como reforço dos pronomes pessoais:
Ele mesmo passou a roupa.
Como pronomes, concordam com o nome a que se referem:
Ela própria veio à reunião.
Eles próprios vieram à reunião.
Fonte: Equipe Brasil Escola - por Marina Cabral ( Especialista em Língua Portuguesa e Literatura)
Pronomes demonstrativos
Primeira pessoa Este, estes, esta, estas, isto
Segunda pessoa Esse, esses, essa, essas, isso
Terceira pessoa Aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo
As formas de primeira pessoa indicam proximidade de quem se fala ou escreve:
Este senhor ao meu lado é meu avô.
Os demonstrativos de primeira pessoa podem indicar também o tempo presente em relação a quem fala ou escreve.
Nestas últimas horas tenho me sentido cansada como nunca.
As formas de segunda pessoa indicam proximidade da pessoa a quem se fala ou escreve:
Essa foto que tens na mão é antiga?
Os pronomes de terceira pessoa marcam posição próxima da pessoa de quem se fala ou posição distante dos dois interlocutores:
Aquela foto que ele tem na mão é antiga.
Os pronomes demonstrativos, além de marcarem posição no espaço, marcam também posição no tempo:
* Este (e flexões) marca um tempo atual ao ato da fala:
Neste instante eu estou aqui a escrever.
* Esse ( e flexões) marca um tempo anterior, relativamente próximo ao ato da fala:
No mês passado fui promovida no trabalho. Nesse mesmo mês comprei um apartamento.
* Aquele marca um tempo remotamente anterior ao ato da fala:
Meu avô nasceu na década de 1920. Naquela época podia-se caminhar à noite em segurança.
Os pronomes demonstrativos servem também para fazer referência ao que já foi dito e ao que se vai dizer, no interior do discurso:
* Este ( flexões) faz referência àquilo que vai ser dito posteriormente:
Espero sinceramente isto: que seja muito feliz.
* Esse (e flexões)faz referêcia àquilo que já foi dito no discurso:
Que seja muito feliz: é isso
Muita atenção com relação aos pronomes este e aquele quando se faz referência a elementos já mencionados na frase. Este se refere ao mais próximo; aquele ao mais distante:
Romance e suspence são gêneros que me agradam, este. Este me deixa ansiosa, aquele, sensível.
O (a, os, as) são pronomes demonstrativos quando se referem a aquele (s) aquela (as), aquilo:
Recuso o que eles falam (aquilo)
Mesmo e próprio, pronomes demonstrativos, designam um termo igual a outro a outro que já ocorreu no discurso:
As reclamações ao síndico não se alteram: são as mesmas.
São utilizados como reforço dos pronomes pessoais:
Ele mesmo passou a roupa.
Como pronomes, concordam com o nome a que se referem:
Ela própria veio à reunião.
Eles próprios vieram à reunião.
Fonte: Equipe Brasil Escola - por Marina Cabral ( Especialista em Língua Portuguesa e Literatura)
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Elementos básicos da narrativa:
Fato - o que se vai narrar;
Tempo - quando o fato ocorreu;
Lugar - onde ocorreu o fato;
Personagens - elementos que fazer parte da narrativa;
Causa - motivo que determinou o fato;
Modo - como se deu o fato;
Consequências - ( geralmente provoca determinado desfeccho).
A modalidade narrativa de texto pode constituir-se de diferentes maneiras: piada, peça teatral, crônica, novela, conto, fábula etc.
Uma narrativa pode trazer falas de personagens entremeadas aos acontecimentos, usam os chamados discursos: direto, indireto ou indireto livre.
No discurso direto, o narrador transcreve as palavras da própria personagem, utilizando sinais gráficos que marquem tais falas como travessão, dois pontos ou aspas.
O discurso indireto apresenta as palavras das personagens através do narrador, que reproduz uma síntese do que ouviu, podendo suprimir ou modificar o que achar necessário. A estruturação desse discurso não precisa de marcações gráficas especiais, uma vez que sempre é o narrador que detém a palavra.
Quanto ao discurso indireto livre, é estruturado de forma bastante informal, de frases soltas, sem identificação de quem a proferiu no texto. Trazem, muitas vezes, um pensamento do personagem ou do narrador, uma opinião, um questionamento referente a algo mencionado no texto. Esse tipo de discurso é o mais usado atualmente, sobretudo em crônicas de jornal, histórias infantis e pequenos contos.
Tempo - quando o fato ocorreu;
Lugar - onde ocorreu o fato;
Personagens - elementos que fazer parte da narrativa;
Causa - motivo que determinou o fato;
Modo - como se deu o fato;
Consequências - ( geralmente provoca determinado desfeccho).
A modalidade narrativa de texto pode constituir-se de diferentes maneiras: piada, peça teatral, crônica, novela, conto, fábula etc.
Uma narrativa pode trazer falas de personagens entremeadas aos acontecimentos, usam os chamados discursos: direto, indireto ou indireto livre.
No discurso direto, o narrador transcreve as palavras da própria personagem, utilizando sinais gráficos que marquem tais falas como travessão, dois pontos ou aspas.
O discurso indireto apresenta as palavras das personagens através do narrador, que reproduz uma síntese do que ouviu, podendo suprimir ou modificar o que achar necessário. A estruturação desse discurso não precisa de marcações gráficas especiais, uma vez que sempre é o narrador que detém a palavra.
Quanto ao discurso indireto livre, é estruturado de forma bastante informal, de frases soltas, sem identificação de quem a proferiu no texto. Trazem, muitas vezes, um pensamento do personagem ou do narrador, uma opinião, um questionamento referente a algo mencionado no texto. Esse tipo de discurso é o mais usado atualmente, sobretudo em crônicas de jornal, histórias infantis e pequenos contos.
"EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS"
Hoje vamos vamos analisar um pouco aquelas frases feitas, que recebem o nome de expressões idiomáticas. Elas são compostas de diferentes palavras, cujo sentido vale para o todo.
São exemplos de expressões idiomáticas: " rodar à baiana", "armar o barraco", entre outras.
Uma característica própria dessas expressões é que não podemos substituir as palavras que as compõem por outras, nem mudar sua ordem, nem intercalar outras palavras. Afinal, podemos dizer que alguém fez um trabalho com um pé nas costas, mas não seremos entendidos se dissermos que ele fez o trabalho com um pé no dorso, nem que ele fez o trabalho com um pé inchado nas costas".
As expressões idiomáticas podem fazer o papel de:
* substantivos: um deus-nos-acuda ( uma confusão)
* adjetivos: Aquela menina é uma Maria-vai-com-as-outras. ( indecisa)
* verbos: O moço que tinha visto o atropelamento fez boca de siri. ( calou-se)
orações inteiras: em rio de piranha, jacaré nada de costas. ( em determinadas circunstâncias, todo cuidado é pouco).
Entre as expressões idiomáticas que valem por orações inteiras, estão os provérbios.
Algumas dessas frases feitas surgiram de alguns acontecimentos ou fatos históricos.
Vejamos um exemplo:
Quebrar a cara ( dar-se mal ), surgiu quando começarama colocar grandes portas de vidro nas lojas de Nova York. Nunca se sabia se elas estavam abertas ou fechadas. Assim, os amerinacos, muitas vezes, "quabravam a cara" indo de encontro ao vidro.
Fonte: livro "Introdução à semântica" de Rodolfo Ilari
Hoje vamos vamos analisar um pouco aquelas frases feitas, que recebem o nome de expressões idiomáticas. Elas são compostas de diferentes palavras, cujo sentido vale para o todo.
São exemplos de expressões idiomáticas: " rodar à baiana", "armar o barraco", entre outras.
Uma característica própria dessas expressões é que não podemos substituir as palavras que as compõem por outras, nem mudar sua ordem, nem intercalar outras palavras. Afinal, podemos dizer que alguém fez um trabalho com um pé nas costas, mas não seremos entendidos se dissermos que ele fez o trabalho com um pé no dorso, nem que ele fez o trabalho com um pé inchado nas costas".
As expressões idiomáticas podem fazer o papel de:
* substantivos: um deus-nos-acuda ( uma confusão)
* adjetivos: Aquela menina é uma Maria-vai-com-as-outras. ( indecisa)
* verbos: O moço que tinha visto o atropelamento fez boca de siri. ( calou-se)
orações inteiras: em rio de piranha, jacaré nada de costas. ( em determinadas circunstâncias, todo cuidado é pouco).
Entre as expressões idiomáticas que valem por orações inteiras, estão os provérbios.
Algumas dessas frases feitas surgiram de alguns acontecimentos ou fatos históricos.
Vejamos um exemplo:
Quebrar a cara ( dar-se mal ), surgiu quando começarama colocar grandes portas de vidro nas lojas de Nova York. Nunca se sabia se elas estavam abertas ou fechadas. Assim, os amerinacos, muitas vezes, "quabravam a cara" indo de encontro ao vidro.
Fonte: livro "Introdução à semântica" de Rodolfo Ilari
DICAS IMPORTANTES PARA INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
1) Leia mais de uma vez o texto.
2) Sublinhe, em cada parágrafo, a idéia mais importante.
3) Leia com muito cuidado o enunciado das questões para entender o que foi pedido.
4) Sublinhe palavras importantes nas perguntas como: erro, incorreto, correto,
etc.; para não se confundir no momento de responder às questões.
5)Se o enunciado da questão mencionar tema ou idéia principal, deve-se examinar com
atenção a introdução e/ou a conclusão do texto.
6) Se o enunciado da questão mencionar argumentação, deve preocupar-se com o
desenvolvimento, ou seja, a parte do meio do texto.
Fonte: BECHARA, Evanildo. Gramática Escolar da Língua Portuguesa.Ed.Lucerna
2) Sublinhe, em cada parágrafo, a idéia mais importante.
3) Leia com muito cuidado o enunciado das questões para entender o que foi pedido.
4) Sublinhe palavras importantes nas perguntas como: erro, incorreto, correto,
etc.; para não se confundir no momento de responder às questões.
5)Se o enunciado da questão mencionar tema ou idéia principal, deve-se examinar com
atenção a introdução e/ou a conclusão do texto.
6) Se o enunciado da questão mencionar argumentação, deve preocupar-se com o
desenvolvimento, ou seja, a parte do meio do texto.
Fonte: BECHARA, Evanildo. Gramática Escolar da Língua Portuguesa.Ed.Lucerna
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